13-02-2008

Bon -ton brasiliano

E ora il Brasile:

  • Alcool :In Brasile non si beve molto alccol; per esempio durante il pasto si è soliti bere una Caipirinha o una birra.brasile1.png Ubriacarsi resta, comunque, un tabù- anche in occasione di inviti privati.
  • Dialogo: di solito ci si rivolge alla persona interessata con il nome di battesimo; i titoli non vengono menzionati. Nel caso in cui si parli con una persona anziana si utilizza l’appellativo “senhor /a”.
  • Saluto: di solito ci si da la mano. Anche durante il dialogo si è soliti instaurare un contatto fisico con l’interlocutore/trice, per mantenere attiva l’attenzione. Le donne vengono salutate con 2- 3 baci sulle guance- ma solo se ci si conosce bene. Tra di loro le donne si scambiano un bacio sulla guancia.
  • Inviti:In party privati non bisogna arrivare mai puntuali, a meno che non venga esplicitamente richiesto da colui che invita. Si accetta fino ad un’ora di ritardo.
  • Al lavoro: nelle grosse città si è abbastanza conservativi e sia donne che uomini si vestono in modo formale.
  • Educazione: chi crede di essere megliore ha perso. Al contrario il rispetto è spesso più importante dell’educazione. Meglio non dire mai “no”; è più accettato un “vedremo” o un “Perchè no?”
  • Igiene: l’odore di sudore è un tabù. Per questo ci si lava e ci si cambia più volte al giorno. Dopo pranzo è obbligatorio lavarsi i denti. Le donne fanno regolarmente la manicure e si depilano gambe e zona bikini.
  • Linguaggio del corpo: si da molta importanza alla mimica e al linguaggio del corpo. Per esempio, incrociare le braccia sul petto significa negare qualcosa.
  • Lingue: solo l’elite parla inglese. Gli uomini d’afari devono saper parlare anche spagnolo e portoghese, per rispetto.

4 commenti

  • dilza harmendani all' 14-02-2008 al 00:48 ora

    Lingue: Io credo che in Brasile si parla piu lingue che in l’altre paese della Sud America dovuto l’emigrazione
    dell’Europa ,giapponese i cinese. grazie ,dilza

  • Olga Maria Negreiros Lyrio Sessa (Gianordoli) all' 11-05-2008 al 01:15 ora

    Sou descendente de italianos, moro no Brasil, em Vitória-ES.região Sudeste. No Brasil nem todos tomam caipirinha, tomamos muita cerveja e refrigerantes.Costumamos andar com roupas leves, porque o clima é quente, menos no sul do País, somos um povo cordial e simpático. Muito do que dizem do Brasil não é verdade, existem criminosos como em todos os países, mas só quem quer visitar as favelas como os turistas estrangeiros têm problemas. Nós brasileiros não visitamos favelas.Aqui as pessoas menos favorecidas têm o que comer, temos hábitos de higiene diários, como escovar dentes após as refeições, tomar banho todos os dias, às vezes até 4 banhos ao dia ou mais no verão quando o calor chega a 35 a 38ºC., lavamos os cabelos todos os dias, lavamos as mãos ao chegar da rua, antes das refeições e sempre que preciso, não compramos nada sem estar embalado com papel ou sacos plásticos.Arrumamos nossas casas todos os dias, trabalhamos duro como todo mundo. O brasileiro não é um povo preguiçoso muito pelo contrário é trabalhador e não é bandido.Tenho orgulho de ser brasileira. Foi aqui que meus bisavós e tataravós vindos da Itália fugidos de uma situação cruel de pobreza e guerra, criaram seus filhos e foram bem sucedidos, foram construtores, escultores reconhecidos em nossa cidade, tendo seus trabalhos feitos até no Palácio do Governo.
    Apesar do meu tataravô Ferdinando Domênico Gianordoli nascido em Trento, região de Trentino-Alto Adige ter voltado à Italia com intenção de ficar, desistiu e voltou ao Brasil e aqui criou seus filhos, sendo os Gianordolis uma grande família em Vitória- Espírito Santo-Brasil, o mesmo aconteceu com minha bisavó Maria Zanasi, filha de Giuseppe Zanasi e Carolina Panizzi, natural de Módena-região de Emília Romagna. Aqui no Brasil todos conseguiram criar seus filhos.
    O Brasil é um País maravilhoso para se viver, tenho 58 anos, nunca fui assaltada, nunca tive problemas, ando nas ruas sem ser perturbada por ninguém, mas também não fico demonstrando o que tenho.
    Turista vem ao Brasil,e a primeira coisa que querem ver é uma favela, carregam máquinas fotográficas e filmadoras caríssimas fazem questão de mostrar o que possuem. e depois reclamam que foram assaltados.No primeiro mundo também existe bandido e muito, só que não são noticiados como o fazem a imprensa brasileira. Sou descendente de italianos é bem verdade e me orgulho disto,aqui sou cidadã não estrangeira. Gostaria muito de encontrar ou saber de minha família italiana, mas nunca quis ter cidadania italiana, porque a minha casa, o meu País é o Brasil. COM MUITO ORGULHO.

  • Nanci all' 21-01-2009 al 15:24 ora

    Olá ,Olga! Boa tarde!
    Estou procurando por informaçoes sobre Panizzi Vittorio e sua esposa Philomena Panizzi. Sei que eles vieram para o Brasil na época da guerra As pessoas citadas acima, foram pais de Paschoal Panizzi( também já falecido) e que era avô de minha prima. Ela está tentando conseguir a cadadania italiana. Por isso precisa de todas as informações possíveis. Desde já, muito obrigada. Abraços. Nanci

  • Olga all' 23-05-2009 al 19:27 ora

    Giuseppe Zanasi e Carolina Panizzi Zanasi, vieram de Módena , primeiro ele, no navio Adria 1891, depois ela e as três filhas do casal, Maria, Elvira e Pia. Maria era minha bisavó, Carolina chegou à Vitória no navio Las Palmes em março de 1893 ou 1895 há uma dúvida qto. ao ano,faleceu 8 dias após sua chegada e seu marido Giuseppe, dias depois, Pode ser que Paschoal Panizzi tenha sido irmão de Carolina Panizzi, cuja mãe era Madalena Motta. O resto você já sabe.; Se tiverem alguma informação agradeço pois estou fazendo a Genealogia da família, meu e-mail omnls@uol.com.br. Obrigado

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